quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Coisas que eu odeio

odeio espera (isso inclui logicamente filas)
odeio brigas
odeio pobreza
odeio crises (mundiais e individuais)
odeio moleza, lerdeza
odeio gente metida a besta, arrogante
odeio futebol (nem copa do mundo tem salvado ultimamente)
odeio mentira, traicao de qualquer gênero
odeio frio extremo, assim como odeio calor extremo
odeio café
odeio cigarro
odeio dietas e pessoas obsecadas por elas
odeio gripe
odeio hipocrisia
odeio gente burra, assim como odeio intelectualóides
odeio ineficiência
odeio provas
odeio matemática e tudo que envolva números (estatística, física, química)
odeio falsidade
odeio axé, pagode, sertanejo, calypso
odeio Big Brother (mas assisto pra rir dos idiotas hehe)
odeio atraso
odeio domingo
odeio alienacao
odeio bunda na televisao
odeio mal humor
odeio engarrafamento
odeio espinhas
odeio carregar malas
odeio violência
odeio políticos corruptos (desculpa pela redundância)
odeio impunidade
odeio paralisia do sono
odeio barulho
odeio o presidente do mundo
odeio quem odeia fazer compras (heheh)
odeio emergentes
odeio pagar taxas
odeio carnaval
to be continued...

Frase

Só gostaria de postar uma frase de um ator e cineasta napolitano, com uma pequena adaptação de um amigo meu também napolitano.

"il presepe magari è bello, sono i pastori che sono una merda!
"

E tenho escrito!

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Quem falou/quem inventou/quem te disse e outros mistérios

Quem inventou que o Roberto Carlos é o rei da música?

Quem disse que o Brasil é país do futebol?

Quem falou que a Xuxa é a rainha dos baixinhos?

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

O Espelho

Ao ler as notícias de hoje, me deparei com a quebra da 4° maior instituição financeira norte-americana, que como consequência fez despencar as bolsas do mundo inteiro; apesar de sempre ficar abalada com relatos de mortes, sem lamentar, li sobre o falecimento de Richard Wright (que descanse em paz!); também notei manchetes menos importantes como o call center do show da Madonna que teima em dar ocupado. Nem sequer a fúria do furacão Ike conseguiria causar tamanha confusão de pensamentos como a singela e profunda história de vida e morte de Pavel L. Surpreendeu-me o destaque na página de uma revista de circulação mundial sobre a tristeza gerada pela morte de um vagabundo. A princípio imaginei que tratava-se de neto ou bisneto de uma nobreza decadente ou como não é raro, de uma antiga estrela do rock ou do futebol que entregou-se às drogas e acabou na sargeta (já que hoje o O.J. Simpson também foi notícia de jornal). Tive muita curiosidade em saber qual foi a obra tão importante realizada por um mendigo que levou tal site a publicar 2 páginas sobre a sua morte. Quem teria sido Pavel L.? Como foi parar nas ruas? Como muitos outros moradores de rua, padeceu após uma bebedeira. Mas o que é diferente na sua história é a comoção causada pelo seu falecimento. Diversas pessoas manifestaram seu afeto e tristeza, a tal ponto que chamou a atenção da imprensa. Esta história me comoveu e me fez pensar... Sua obra mais importante foi a conquista de amigos, seu método era simplesmente ser amável. Sem bens materiais, nem sequer um teto, na companhia apenas de sua cadela, apesar da constante embriaguez, fazia transparecer por trás de sua barba longa a pessoa maravilhosa que era.
Sempre perdi horas imaginando o que uma pessoa devia fazer na vida para se tornar página da história. Percebi que a história é formada de políticos bons ou maus, artistas com problemas psicológicos e estudiosos mais ou menos inteligentes. São eles que escrevem a nossa história. As pessoas comuns só chegam lá quando vivenciam alguma tragédia pessoal. A morte de Pavel L. foi tranquila, enquanto dormia, mas a sua vida, embora seja ainda a realidade de muitos, talvez possa entrar no rol das tragédias pessoais. Pela sua índole Pavel deveria ter construído mansões, de tão ilibada poderia facilmente ser ministro do STF. O caráter irrepreensível traria muitos lucros a grandes empresas e mais dignidade para seus trabalhadores. Dignidade da pessoa humana... fala-se tanto neste assunto hoje em dia... no entanto, acredito que ninguém possa afirmar que Pavel não teve dignidade. A julgar pelas suas características pessoais, ele deveria ter conhecido o luxo, o sucesso, poderia ter dirigido um país e levado a todo o seu povo seus valores e sua amabilidade. Mas esta história é só mais uma prova de que a sociedade não premia as pessoas pelo que são e pelos valores pessoais, mas sim pela conveniência e pelos valores monetários. Afinal, em bolsas de valores não se pode negociar virtudes.
Nem sequer o conheci, essas qualidades concluí da matéria que li. Tirem suas próprias conclusões.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

País da abundância

Me aborrece ter que admitir que o Brasil é o país da aBUNDância!
Em que lugar do mundo voce liga a televisao a qualquer hora do dia (qualquer dia da semana...) e vê uma ou mais bundas de cara (ou seria de costas?) pra camera? elas parecem ter vida própria, dancando musicas onomatopéicas que parecem ser feitas pra pessoas com QI < 70. Ontem mesmo vi uma fulaninha que fez um seguro da sua anca e caso algo aconteca receberá 1 milhao de reais. Eu pergunto...pra quê? Quem é o idiota que se propoe a tal coisa? Bom, culpa minha tambem que nao tenho TV a cabo e tenho que ficar vendo porcaria na tv em plena quinta a noite né...
Aff dá pra fazer alguma coisa contra isso?
Voilà!
Esta é a estréia do nosso blog com (muito) sal e pimenta!